18 de fev de 2015

O depois virá.

Eu que surjo, em frágeis alinhavos, sou o outro que se projeta em mim. Apresento-me quase sem força, finitude ou começo de vida – já nem sei mais - de uma quarta-feira de cinzas. Realça-me o perolado, falsa cor da concreção impulsionada pelo grão de areia, tão pequeno e no entanto capaz de turvar o mundo. Chuva! Limpa-me, traga-me as cores vivas! Dá-me desejos de virar o dia. Fev.2015 -

Um comentário:

Maria Izabel disse...

cabelos ao vento os olhos no sol, eriçam-se os pelos do contorno do meu rosto